A Flor de Lima

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Lima, Peru. Atualmente conhecida como a capital gastronômica da América do Sul.

Vamos então ao que interessa?

A capital do Peru consegue reunir a culinária típica de todas as regiões do país e, até por isso, é lá que estão os melhores chefes, os melhores restaurantes e, claro o melhor lugar pra formar esses chefs, ou seja, as melhores escolas de cozinha do Peru. Por conta de toda essa mistura, ela foi alçada a capital gastronômica da América do Sul e desbancou a cidade de São Paulo.

Huaca Pucllana, uma pirâmide de barro no meio de Lima.

Huaca Pucllana, uma pirâmide de barro no meio de Lima.

A rica e variada oferta culinária da cidade a converteu em capital gastronômica da América do Sul e, não à toa, a revista Restaurant selecionou os 50 melhores restaurantes da América Latina e elegeu o Astrid y Gastón como primeirissimo lugar, deixando para trás o D.O.M. do Alex Atala.

Em maio, tive a oportunidade de conhecer o Astrid y Gastón e provar não só de sua comida, como também de seus serviços. Na época, não sei por qual razão, o site não aceitava reservas online, só por e-mail ou telefone, mas já vi que agora aceitam e é simples de fazer.

O divertido Parque das Águas de Lima.

O divertido Parque das Águas de Lima.

Sem meias palavras, de entrada fiquei com o tres cebiches, uma degustação de 3 tipos diferentes de ceviches. Afinal, se o Peru é o país do ceviche, não podia perder a oportunidade de provar 3 de uma vez, né? Depois resolvi pedir um pisco sour e decidi inovar, pedindo um de maracujá com morango e que foi um dos melhores drinks que já experimentei na vida! Ah, já ia esquecendo de mencionar, o couvert estava ótimo! Uma seleção de pães e uma manteiga que, se até aqui não é nenhuma novidade, tinha uma espécie de espuma de azeite batido que não sei bem explicar o que era. Só sei que estava bom!

Pro prato principal, que tal um cuy com batatas secas ao sol? Confesso que fiquei um pouco na dúvida. Pra quem não sabe o que é um cuy, é um porquinho da índia e, como nunca tinha comido antes, tive aquela tensão básica na hora de pedir. Mas já estava ali. Mandei ver! E o cuy estava delicioso. A única coisa ruim era lembrar que eu tinha mandado ver em um bichinho como aquele. Se eu faria outra vez? Com certeza!

cuy

Cuy, o porquinho da índia dos Andes.

Bom, para encerrar, juro que dispensei a sobremesa, mas eles são tão cordiais que junto com a conta vêm uma espécia de gaveteiro com 4 gavetas por andar. Em cada uma dessas gavetas tem um par de doces. Curiosamente um desses pares eram brigadeiros de coca. “Pode isso, Arnaldo?” Bem, a coca também é típica do Peru, né?

O atendimento não deixou a desejar em nenhum momento e se igualou à excelência de São Paulo. O diferencial mesmo veio na conta. Um restaurante de mesmo porte em São Paulo ficaria o dobro ou talvez até o triplo do valor que paguei. Até nesse aspecto ele ganha pontos. Não à toa, chegou ao posto de melhor restaurante da América Latina.

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2 Responses

  1. Flávia
    Flávia 05/10/2013 at 9:15 am |

    Não conheço o Peru, mas sou fã de uma boa gastronomia… Muito bom saber dessa qualidade existente em Lima. Adorei tb a foto do Parque das Águas, parece mto lindo. Mas confesso que a matéria tocou meu coração com relação ao Cuy. Sabendo o que era, acho que não teria coragem de comê-lo… rsrs

  2. carolbsb
    carolbsb 07/10/2013 at 2:35 pm |

    Nossa, pena que quando fui ao Peru a gastronomia local ainda não era badalada… Esse restaurante deve ser tudo! Mas não tive coragem de comer Cuy não, viu? Nem sabia que ele vivo era tão bonitinho, só o vi assado inteiro e a cena não me apeteceu nem um pouco, hahahahah…

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